UNFINISHED
#BATTLEGROUND
3rd/4th EDITIONS

ONLINE TALK
26/07/2020 18H/6PM
COM CURADOR E ARTISTAS CONVIDADOS /
WITH CURATOR AND GUEST ARTISTS

OPEN LABS I
27/03 – 01/04/2021

OPEN LABS II
26/07 – 31/07/2021
ARMAZÉM 22, GAIA, PORTUGAL

3ª Edição dos OpenLabs de investigação artística UNFINISHED adiada para 2021!

A Kale Companhia de Dança informa que, perante a impossibilidade de realização dos Open Labs Unfinished 2020 nas datas previstas, por motivos da pandemia de COVID’19, a 3º e 4ª Edição realizar-se-ão em 2021: Open Labs I : 27/03 – 01/04 e Open Labs II: 26/07 – 31/07.

Para mantermos o espírito #unfinished, convidamos a equipa artística prevista para 2020, composta por Pedro Prazeres (curador), Ana Rocha, Arkadi Zaides, Peter Pleyer, Sofia Marques Ferreira, Keith Hennessy, a lançar o mote entre a comunidade artística e motivar os futuros participantes dos Open Labs. Uma conversa em aberto para a comunidade, lançada em streaming a partir da rede Facebook do Armazém 22, dia 26 de julho de 2020, 18:00 hora portuguesa.

Mais info

O Unfinished é uma plataforma internacional para a discussão, criação e apresentação de trabalhos de investigação, pesquisa e experimentação na área das artes performativas, promovido pela Kale Companhia de Dança desde 2018, no Armazém 22, em Vila Nova de Gaia. Tem como objetivo a criação de espaços de trabalho, apresentação e discussão, entre pares e diversos públicos, de trabalhos em processo, permitindo uma maior permeabilidade entre os diferentes tempos implicados na criação contemporânea e criando um espaço onde o teste e o erro fazem tanto parte do processo de criação.

Para a 3ª e 4ª Edição, o Unfinished assume a temática #BATTLEGROUND, com a curadoria de Pedro Prazeres, construindo experiências, instrumentos e perspectivas, a partir do trabalho de artistas cujo percurso questiona o corpo como contexto político. Para tal integra como convidados, artistas e pensadores de contextos sociais, artísticos, políticos e territoriais específicos em que o corpo é o meio de comunicação e de intervenção artística. Os OPEN LABS são repartidos em dois momentos, na Páscoa de 2021 e Verão de 2021. Em cada edição são convidados cinco artistas durante seis dias. A 3ª Edição OPEN LABS I, irá acontecer entre 27/03 e 01/04 de 2021 e a 4ª Edição Open Labs II, irá acontecer de 26/07 a 31/07 2021,, no Armazém 22, Gaia. O último dia é dedicado a uma partilha do trabalho da semana com o público em geral.

O Unfinished #BattleGround OpenLabs dirige-se a profissionais que tenham como principal preocupação no seu trabalho o corpo em performance nas suas componentes física, mental e energética. Convidam-se como participantes, investigadores e artistas envolvidos as áreas das artes performativas, plásticas/ visuais e de cruzamentos artísticos. Incentivamos aos participantes trazerem o seu próprio trabalho em processo, no entanto não é uma premissa obrigatória.

Em tempos atípicos de confinamento e isolamento social, mais que nunca, o pensamento artístico não se pode abster do pensamento político. Em Unfinished BattleGround – o corpo como batalha – questionamos, juntos, o poder da performance artística como agente social de mudança.

3rd edition of UNFINISHED artistic research OpenLabs postponed to 2021!

Kale Companhia de Dança regrets to informs that, due to the impossibility of maintaining the Open Labs UNFINISHED 2020 on the scheduled dates, due to the COVID’19 pandemic, the 3rd and 4th Edition will be held in 2021: Open Labs I: 27 / 03 – 01/04 and Open Labs II: 26/07 – 31/07.

To maintain the #unfinished spirit, we invited the artistic team programmed for 2020, composed by Pedro Prazeres (curator), Ana Rocha, Arkadi Zaides, Peter Pleyer, Sofia Marques Ferreira, Keith Hennessy, to set the mood among the artistic community and motivate future participants of the Open Labs. An open conversation, streaming live from the Facebook page of Armazém 22, July 26th, 2020, 6pm, Portuguese time.

More info

O Unfinished é uma plataforma internacional para a discussão, criação e apresentação de trabalhos de investigação, pesquisa e experimentação na área das artes performativas, promovido pela Kale Companhia de Dança desde 2018, no Armazém 22, em Vila Nova de Gaia. Tem como objetivo a criação de espaços de trabalho, apresentação e discussão, entre pares e diversos públicos, de trabalhos em processo, permitindo uma maior permeabilidade entre os diferentes tempos implicados na criação contemporânea e criando um espaço onde o teste e o erro fazem tanto parte do processo de criação.

Para a 3ª e 4ª Edição, o Unfinished assume a temática #BATTLEGROUND, com a curadoria de Pedro Prazeres, construindo experiências, instrumentos e perspectivas, a partir do trabalho de artistas cujo percurso questiona o corpo como contexto político. Para tal integra como convidados, artistas e pensadores de contextos sociais, artísticos, políticos e territoriais específicos em que o corpo é o meio de comunicação e de intervenção artística. Os OPEN LABS são repartidos em dois momentos, na Páscoa de 2021 e Verão de 2021. Em cada edição são convidados cinco artistas durante seis dias. A 3ª Edição OPEN LABS I, irá acontecer entre 27/03 e 01/04 de 2021 e a 4ª Edição Open Labs II, irá acontecer de 26/07 a 31/07 2021,, no Armazém 22, Gaia. O último dia é dedicado a uma partilha do trabalho da semana com o público em geral.

O Unfinished #BattleGround OpenLabs dirige-se a profissionais que tenham como principal preocupação no seu trabalho o corpo em performance nas suas componentes física, mental e energética. Convidam-se como participantes, investigadores e artistas envolvidos as áreas das artes performativas, plásticas/ visuais e de cruzamentos artísticos. Incentivamos aos participantes trazerem o seu próprio trabalho em processo, no entanto não é uma premissa obrigatória.

Em tempos atípicos de confinamento e isolamento social, mais que nunca, o pensamento artístico não se pode abster do pensamento político. Em Unfinished BattleGround – o corpo como batalha – questionamos, juntos, o poder da performance artística como agente social de mudança.

Curadoria e Direção Artística
Curator and Artistic Direction

Pedro Prazeres

“Unfinished #BattleGround é um campo de ação onde o corpo como contexto político é posto a nu. Corpo como sujeito, ferramenta e objeto do ato performativo, na sua relação com o tempo e espaço, através de práticas físicas e energéticas no contexto político atual. Tem como objetivo principal o trabalho artístico inserido num território desafiante e complexo, propício à experimentação, aprofundamento de processos criativos individuais, e fomentar colaboração no processo criativo individual e coletivo.”
“Unfinished #BattleGround is an action field where the body as a political context is exposed. Body as subject, tool and object of the performative act, in its relationship with time and space, through physical and energetic practices in the current political context. Having as main goal an artistic work within a challenging and complex territory, leading to experimentation, deepening individual creative processes, and fostering collaboration in the individual and collective creative process.”

Pedro Prazeres (Portugal / França)
Situa dança e paisagem numa relação simbiótica de conhecimento cruzado. Arquiteto paisagista e coreógrafo à vez, o seu trabalho encaixa na intersecção de ambos os processos criativos e entrelaça a sua prática artística na relação entre o lugar, o sujeito, e o etéreo. Para ele, paisagem e dança ressoam através de uma abordagem sensorial, proprioceptiva e intuitiva. Pedro cria instalações de dança e performances que apresenta em festivais internacionais em museus de arte contemporânea, em locais não convencionais e ainda em paisagens urbanas e rurais. Salienta como obras mais pertinentes no seu percurso as danças/instalações Velvet Carpet (Vivarium Festival 2019), Talking Lazaro (DDD 2017), Eu-Globulus (Serralves 2016), Desire-Lines (Festival Cumplicidades 2015) e Transhumance H+ (FIDCU 2012). Como o Homem transforma o ambiente em que se insere e como esse ambiente transformado o condiciona, é uma das questões centrais no seu trabalho.

Pedro Prazeres (Portugal / France)
Pedro Prazeres’ work binds dance and landscape on a symbiotic relation of crossed knowledge. By turn landscape architect and choreographer, his works belong to the intersection of both creative processes and he weaves his artistic practice in the relationship between the place, the subject, and the ethereal. For him, landscape and dance come in resonance through a sensory, proprioceptive, and intuitive approach. Pedro creates dance installations and performances he has presented in international festivals, such as Vivarium Festival, DDD festival (Dias da Dança) at Porto, FIDCU at Montevideo, museums, like Serralves Foundation, Prague National Gallery for example, theatres, non- conventional venues, and urban and rural landscapes. The dance/installations Transhumance H+, The Man Who Planted Winds, Tool-Trans-Body, Talking Lazaro, Eu-Globulus, Desire Lines, Haute-Tension and Velvet Carpet are pertinent highlights that reflect his artistic path. How man transforms the environment he’s inserted in and how this transformed environment conditions man is one of the key questions on Pedro’s work.
He works artistically as choreographer and dancer and has collaborated with Justin Kennedy, Emma Howes, Antonjia Livingstone, Martha Moore, Fabrice Ramalingom, Joclécio Azevedo, Mette Ingvartsen, Christine Quoiraud, Berrak Yedek, to name a few. Pedro, also works as a dance dramaturge and a landscape architecture consultant. He shares his practice through workshops for professional dancers, dance schools, landscape architecture schools the general public and social, pedagogical and psychological institutions. Pedro holds a degree in Landscape Architecture by the Lisbon Technical University and Helsinki University of Technology, a dance degree by The Place in Dundee and the Duncan Centre in Prague (where he was awarded INOV-Art Portuguese grant for artistic crossings) and a MA in the ex.e.r.ce program at the National Choreographic Centre of Montpellier, deepening his research on Landscape, Dance and Other Stories. He is lately training to be a practitioner in Klein Technique™, Geobiology and Somatic Dialogue™. Following a nomadic path, he continues his artistic practice in the realms of body-landscape towards the notions of in-betweenness, non place and free will.

Artistas Convidados
Guest Artists

Ana Rocha (PT)
Arkadi Zaides (IL/FR)
Sofia Marques Ferreira (PT)
Peter Pleyer (DE)
Keith Hennessy (USA)

Tendo em conta a pertinência da sua investigação artística e de modo a revelar diferentes modos de operação artística, os artistas convidados para enquadrar o Open Lab 2020 são os seguintes:
Considering the relevance of its own artistic research and in order to reveal different modes of artistic operation, the guest artists invited to guide the Open Lab 2020 are the following:

Ana Rocha









“O que são esses lugares de multidão, como pode ocorrer a ocupação desse coro e de que modo se movimenta como coletivo na instabilidade e na urgência mutável da atualidade contemporânea?”
“What are these crowded places, how can the occupation of this choir occur and how does it move as a collective in the instability and changing urgency of contemporary times?”

Ana Rocha (Portugal)
Curadora, coreógrafa, performer, produtora, dramaturga e escritora. Estudou História da Arte, Arte Contemporânea e Artes Visuais em diferentes instituições portuguesas. Faz formação em práticas de coreografia e movimento desde 2005. Colaborou na produção de diversos festivais (Festival da Fábrica, Alkantara Festival e Serralves em Festa). Membro da Soopa\OOPSA, Arco da Velha, Cão Danado & Cia. Co-dirigiu e fundou MEZZANINE (2009-2017). Como criadora apresentou, “Open Season”(Porto e Berlim), “Fraud by Nature” (Berlim) e “Stabat Mater Furiosa” (Porto). Foi bolseira DanceWeb – Impulstanz’12. Concluiu o SPCP de Deborah Hay, “Dynamic” em 2012. Membro Transfabrik – 2013, projecto transdisciplinar sobre escrita e crítica nas artes do espectáculo. Deu formação no Balleteatro, Tanzfabrik, ENSBA Lyon e FBAUPorto. Ana faz mediação cultural e programação nacional e internacional (TAMANHO M \ Mira Artes Performativas, Ateneu Comercial do Porto, Cultura em Expansão \ CMPorto, To School Out of School \ Colectivos PLÁKA, TanzCongress Dresden 2019, TRANSLOCA, e outros contextos). Entre criadores nacionais e internacionais, colabora regularmente com Meg Stuart desde 2011.

Ana Rocha (Portugal)
Studied Art History, Contemporary Art and Visual Arts. Training in contemporary dance, performance, choreography, contact improvisation and dramaturgy. Started production work in 2001, on visual arts field, among other artistic disciplines (theater, music, contemporary dance), monitoring and organization of creations, programming and training. Galeria Fernando Santos, Balleteatro, Festival da Fábrica, Serralves em Festa, Alkantara Festival, Cão Danado Cia, are some of the organizations with whom she has collaborated and worked, before. Ana was a member of OOPSA |SOOPA collective. Scholarship InovArt 2010 in Berlin, with Uferstudios, and DanceWeb – Impulstanz 2012. Taught at Alquimia da Cor, Balleteatro Escola Profissional and Tanzfabrik Berlin. Her first solo work, Fraud by Nature, had premiere at Tanztage Berlin in 2012. She has worked as a performer or co-creator in performing arts projects | contemporary dance since 2006. Highlights Fabienne Audéoud, Madalena Vitorino, Jorge Gonçalves, Dinis Machado, Isabelle Schad, Sandra Wieser, Keith Hennessy, Sebastian Matthias and Davis Freeman, as some of the artists she has collaborated. Ana was participating member of a cooperative venture between Germany | France, research and critical development for performing arts | contemporary dance, Transfabrik, directed by Franz Anton Cramer (2013). She was part of Deborah Hay, Solo Commissioning Project 2012, “Dynamic”, which took place in Findhorn (Scotland). Collaborates regularly as dramaturge and choreographic support with international projects of independent artists. Since 2012, collaborates with Meg Stuart, as creation and choreography assistant (Built to Last, film project with Michael Borremans, Sketches | Notebook and Hunter). Co-founder of MEZZANINE association with Jorge Gonçalves since 2009.

Arkadi Zaides









“Como trazer à luz conteúdo de carga política através da investigação de documentos existentes? Desde filmagens de organizações de direitos humanos operando na Cisjordânia até relatórios oficiais de projetos de segurança financiados pela UE, o uso de materiais de documentais no campo performativo, faz emergir uma série de desafios morais e éticos que necessitam de ser discutidos.”
“How to bring to light politically charged content by investigating into existing documents. Whether it is video footage extracted from archives of a human rights organization operating in the West Bank or the official reports of an EU funded project in the field of securitization, the usage of documentary materials within the performance field raises a number of moral and ethical challenges needed to be further discussed. In this intervention, Zaides will question these and related points based on his personal experience and choreographic practice.”

Arkadi Zaides (Israel / França)
É um coreógrafo independente; nascido na Bielorússia em 1979, imigrou para Israel em 1990 e vive atualmente entre lá e França. Em Israel foi intérprete em várias companhias tais como Batsheva Dance Company e no Yasmeen Godder Dance Group antes de enveredar numa carreira independente em 2004. Detentor de um Master da Amsterdam Master of Choreography program na Theater School na Holanda. As suas performances e instalações vídeo foram apresentadas em numerosos festivais, museus e galerias pela Europa, América do Norte e América do Sul e Ásia. No seu trabalho aborda temas sociais e políticos, nomeadamente focado no conflito israelo-palestiniano e, atualmente, preocupado com o atual contexto europeu. Recebeu o Emile Zola Prize for Performing Arts pelo engajamento com os direitos humanos no seu trabalho ARCHIVE (2013). A sua obra QUIET recebeu uma bolsa do Ministério da Cultura e Desporto de Israel (2013) assim como o Young Artist Prize (2008, 2009, 2011). Recebeu Rosenblum Award for excellence in the arts (2010) e a sua obra SOLO COLORES recebeu o Kurt Jooss Award (2010). Desenvolve continuamente plataformas para promover o discurso contemporâneo da criação de performance. Juntamente com a dramaturga e investigadora Sandra Noeth, iniciou Violence of Inscriptions (2016-18). Foi curador de Moves Without Borders (2012-2015). Com a coreógrafa Anat Danieli, foi curador do New Dance Project in Jerusalem (2010-2011).

Arkadi Zaides (Israel / France)
Is an independent choreographer; born in Belarus in 1979, he immigrated to Israel in 1990 and currently lives between in France. In Israel, he performed in several companies such as the Batsheva Dance Company and the Yasmeen Godder Dance Group before embarking on an independent career in 2004. Zaides holds a Master’s degree from the Amsterdam Master Of Choreography program at the Theater School in the Netherlands. His performances and video installations have been presented in numerous dance and theater festivals, museums and galleries across Europe, North and South America and Asia. In his work, Zaides addresses social and political issues, he previously focused on the Israeli/Palestinian context, and is currently concerned with the European one. Zaides’ artistic practice aims to initiate critical debate, concentrating on the body as a medium through which social and political issues are experienced most acutely.


Zaides received the Emile Zola Prize for Performing Arts for demonstrating engagement in human rights issues in his work Archive (2013). His work Quiet received a grant from the Israeli Ministry of Culture and Sport (2013). He was the recipient of the Israeli Lottery Foundation Landau Award (2012). He won the Israeli Ministry of Culture and Sport Young Artist Prize (2008, 2009, 2011). He received the annual Rosenblum Award for excellence in the arts (2010), and his work Solo Colores received the Kurt Jooss Award (2010). Zaides continuously develops platforms to promote the contemporary discourse of performance making. Together with dramaturge and researcher Sandra Noeth, he initiated Violence of Inscriptions. The project brings together artists, thinkers, and human-rights activists to negotiate the role of the body in producing, maintaining, legitimizing, representing, and aestheticizing structural violence (2016-2018). Zadies curated Moves Without Borders, a close collaboration with Goethe Institute Israel. The project invited avant-garde choreographers to conduct performances and workshops in Israel (2012-2015). Together with choreographer Anat Danieli, Zaides curated the New Dance Project in Jerusalem. The project provided novice choreographers with professional guidance, production assistant, and financial support (2010-2011).

Sofia Marques Ferreira









“Como considerar sobre o que vale a pena resistir, e, como o aqui e o agora são relevantes desde a quietude de uma paisagem sonora até aos pontos de luz imersivos de uma projeção de vídeo. Há uma decisão deliberada de desaceleração como experiência onde o espaço e o observador se tornam elementos da instalação e a posição do observador é desafiada na presença de uma perspetiva culturalmente desconhecida.”
“How to consider what is worth resisting for, and how the here and now are relevant from the stillness of a soundscape to the immersive points of light of a video projection. There is a deliberate decision to slow down as an experience where the space and the observer become elements of the installation and the observer’s position is challenged in the presence of a culturally unknown perspective.”

Sofia Marques Ferreira (Portugal)
Inicia a sua pesquisa em dança contemporânea em 1999, no Centro Em Movimento, que reforçou em 2005, no The Place. Em 2004, conclui o curso de fotografia no Ar.Co. Especializa-se em transmedia na Faculty of Media, Arts and Design (University of Westminster). Trabalha no V&A Images e na produtora Pulse Films, tendo colaborado com o Channel 4, Working Title Films, BBC. Das exposições salienta “Private Little Room”, em Brick Lane e “Here is Now”, em Brixton. Apresenta “Behind the Mirror” e “Between Words”, duas curta-metragens filmadas em película, no White Cube. É diretora artística da Solea Films, e investigadora no Gabinete de Estudos Culturais, Artes Performativas e Audiovisual da U.L.. Expõe e colabora regularmente com Culturgest, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro São Luiz, Carpe Diem Arte e Pesquisa e CCB. “As Memórias do Corpo de Ofélia” foi exibido no Festival Frames (Porto), no Festival Dança em Foco – Mostra Internacional de VídeoDança (Brasil), e no Festival Jumping Frames (China). Em 2014, participa no FONLAD Festival com a vídeo-instalação “Back to Me”, e participa no Frames Memory Festival (Estocolmo) com “Lisbon Revisited. Apoiada pela Fundação Extéril, coordena a exposição vídeoarte//POSTE na Re.Al e Livraria Marcel. A convite do New York Video Art and Experimental Film Festival, participa na seleção de filmes no Tribeca Film Center a exibir em Portugal. No Festival Temp d’Images, em Lisboa, presenta o filme “Lifecries”, também exibido na Suécia e na Finlândia.

Sofia Marques Ferreira (Portugal)
Founder and artistic director of Solea Films. She works with video, performance and installation. Born in Lisbon, begins at Centro em Movimento her study of contemporary dance. Highlights contact improvisation with Didier Silhol and somatic practices with Stephanie Maher and Kathleen Hermesdorf. Concludes photography at Ar.Co, Center for Art and Visual Communication. At University of Westminster, Faculty of Media, Arts and Design, London, supported by an UK scholarship, studies film directing and scriptwriting with Peter Dukes, Andy Powell and Steve Brookes.

Her research, writing and art practices centre around intersectionality and embodied narratives. Works for V&A Images and Pulse Films at Soho, London. Researcher at Center of Cultural Studies, Performing Arts and Audiovisual, University of Lisbon, regularly exhibits and collaborates with Culturgest, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro São Luiz, Centro Cultural de Belém, Madame Teatro, Colectivo 84, Queer Cinema International Festival, Cumplicidades Contemporary Dance Festival, New York Video Art and Experimental Film Festival. “Memories of Ophelia’s Body” was detached at Frames Festival (2013), Porto, Dança Em Foco Festival (2014), Brazil, and Jumping Frames Festival (2014), China. Organizes “POSTE//videoart” collective exhibition supported by Extéril Foundation, Lisbon. At STHLM Dansfilm Festival, Stockholm, exhibits “Lifecries”, an exercise on moving image and the camera as extension of the body. For Blaenk Minds, a Berlin based audio-visual duo, develops evocative motion imagery fusing sight and sound. Solea Films is Blanca Escoda, Nayana Fernandez and Sofia Marques Ferreira.

Peter Pleyer









“Como criar a complexidade em todo o corpo-dançante e no conjunto que não seja prescrito, mas que possa emergir do momento? Como trabalhar “mais perto do cerne do corpo”, “mais perto das articulações”? Como estabelecer uma fundação de mulheres destemidas, mágicas e homens queer na história da dança, indivíduos dispostos ao risco de se partilharem fisicamente na dança?”
“How to create complexity in the whole dancing body and in the set that is not prescribed, but that can emerge from the moment? How to work closer to the heart of the body, closer to the joints? How to establish a foundation of fearless and magical women and queer men in the history of dance, individuals willing to risk sharing themselves physically in dance?”

Peter Pleyer (Alemanha)
Estudou dança no European Dance Development Centre em Arnhem. Trabalhou como bailarino e assistente coreográfico com Yoshiko Chuma (New York) e Mark Tompkins (Paris). Na Holanda, Pleyer criou as suas próprias peças (participando em competição coreográfica de Groningen). Em 2000 Peter mudou-se para Berlim e trabalhou com Martin Nachbar, Alex B. e Felix Ruckert. Com um enorme interesse por estudos teóricos de dança e de criação coreográfica, desenvolveu CHOREOGRAPHING BOOKS (2005) uma lecture/installation, partilhando a sua visão sobre o desenvolvimento dos estudos em dança nos EUA e na Europa. Lecionou workshop “History in Practice” na P.O.R.C.H. – Stolzenhagen, no programa MA da ArtEZ em Arnhem, no HZT Berlin e no Tanzquartier Vienna. Em 2014 retomou o seu trabalho coreográfico com o solo PONDEROSA TRILOGY e com o quartet/international improvisation format VISIBLE UNDERCURRENT (com Meg Stuart e Sasha Waltz). Em novembro de 2017 a sua coreografia de grupo CRANKY BODIES DANCE RESET foi apresentada na Sophiensaele Berlin. É professor convidado de Anatomical Release e Contact Improvisation na Meg Stuart/Damaged Goods e foi guest lecturer no UdK/HZT em Berlin em 2015/2016.

Peter Pleyer (Germany)
Studied dance at the European Dance Development Centre in Arnhem. He worked as dancer and choreographic assistant with Yoshiko Chuma (New York) and Mark Tompkins (Paris). In Holland, Peter choreographed his own dances (i.e. participant at the choreography competition Groningen) In 2000 Peter moved to Berlin and worked with a.o. Martin Nachbar, Alex B. and Felix Ruckert. With a big interest in the theoretical studies of dance and dance making, he developed “choreographing books” (2005) a lecture/installation, with his view on the development of dance studies in the US and Europe. He taught his workshop “History in Practice” at P.O.R.C.H. – Stolzenhagen, for the MA programm at ArtEZ in Arnhem, at the HZT Berlin and at Tanzquartier Vienna. In 2014 he resumed successfully his choreographic work with the solo “Ponderosa Trilogy” and the quartet/international improvisation format “Visible Undercurrent” (with a.o. Meg Stuart and Sasha Waltz). In November 2017 his group choreography „cranky bodies dance reset“ was performed at Sophiensaele Berlin. He is a regular guest teacher for Anatomical Release and Contact Improvisation for Meg Stuart/Damaged Goods and was guest lecturer at the UdK/HZT in Berlin in 2015/2016.

Keith Hennessy









“Partindo de conversas e práticas de descolonização, feminismo, teoria queer e anti-racismo, como vamos da política à dança? da dança ao envolvimento? do capitalismo à “desprodução”? da pesquisa à realização? do nacionalismo étnico e dos novos fascismos a práticas quase espirituais de magia, cura e rituais ancestrais?”
“Departing from conversations and practices of decolonization, feminism, queer theory and anti-racism, how do we go from politics to dance? from dance to involvement? from capitalism to “deproduction”? from research to realization? from ethnic nationalism and new fascisms to quasi-spiritual practices of magic, healing and ancestral rituals?”

Keith Hennessy (EUA)
Nascido em Ontario, vive em San Francisco desde 1982, produzindo-se internacionalmente. As suas performances incluem improvisação, ritual, colaboração, e como ferramentas para investigar realidades políticas. O seu trabalho é motivado e mobilizado por anarquismo, critical whiteness, dança pós-moderna, arte ativista, Bay Area, wicca, punk, contact improvisation, indegeneidade, e performance queer-feminismo. Em 2016-17 teve colaboradores como Peaches, Meg Stuart, Scott Wells, Jassem Hindi, J Jha, Annie Danger, Gerald Casel, Blank Map e Turbulence. Ensina regularmente em universidades, escolas e festivais como por exemplo em Ponderosa (Germany), FRESH (SF), HZT (Berlim), Movement Research (NYC), Impulstanz (Viena), Portland State University, Sandberg Institute (Amsterdam), St. Mary’s, VAC Foundation (Moscow), e Warsaw Flow International CI Festival. Recebeu os seguintes prémios: Guggenheim Fellowship, United States Artist Fellowship, NY Bessie, vários Isadora Duncan Awards e Bay Area Goldie. Publicou na Contact Quarterly, no Movement Research Journal, na Performance Research (UK), na Society of Dance History Scholars Journal, no Dance Theatre Journal (UK), Itch, Front e In Dance. Hennessy dirige Circo Zero e foi membro Contraband com Sara Shelton Mann. Hennessy é co-fundador da CounterPULSE (anteriormente 848 Community Space) um vibrante espaço de performance em São Francisco. Detém um MFA e um PhD do UC Davis.

Keith Hennessy (USA)
Dances in and around performance. Born in northern Ontario, he lives in San Francisco since 1982 and tours internationally. His performances engage improvisation, ritual, collaboration, and protest as tools for investigating political realities. Practices inspired by anarchism, critical whiteness, post/Modern dance, activist art, the Bay Area, wicca, punk, contact improvisation, indigeneity, and queer-feminist performance motivate and mobilize Hennessy’s work. Keith’s 2016-17 collaborators include Peaches, Meg Stuart, Scott Wells, Jassem Hindi, J Jha, Annie Danger, Gerald Casel, and the collaboratives Blank Map and Turbulence. Keith’s recent teaching in universities, independent studios, and festivals includes Ponderosa (Germany), FRESH (SF), HZT (Berlin), Movement Research (NYC), Impulstanz (Vienna), Portland State University, Sandberg Institute (Amsterdam), St. Mary’s, VAC Foundation (Moscow), and Warsaw Flow International CI Festival. Awards include the Guggenheim Fellowship, United States Artist Fellowship, a NY Bessie, multiple Isadora Duncan Awards, and a Bay Area Goldie. Keith’s writings have been published in Contact Quarterly, Movement Research Journal, Performance Research (UK), Society of Dance History Scholars Journal, Dance Theatre Journal (UK), Itch, Front, and In Dance. Hennessy directs Circo Zero and was a member of Contraband with Sara Shelton Mann. Hennessy is a co-founder of CounterPULSE (formerly 848 Community Space) a thriving performance space in San Francisco. He earned an MFA and PhD from UC Davis.

Curadoria e Direção Artística / Curator & Artistic Direction: Pedro Prazeres

Artistas Convidados / Guest Artists: Ana Rocha, Arkadi Zaides, Peter Pleyer, Sofia Marques Ferreira, Keith Hennessy

Bolsas de Criação / Creation Grants 2020-2021: Ana Isabel Castro e Gustavo Monteiro

KALE Cooperativa Cultural, Crl | Kale Companhia de Dança | Armazém 22

Direção Executiva & Artística / General & Artistic Direction: Joana Castro
Gestão de Projeto & Planeamento / Project Management & Planning: Daniela Tomaz
Direção de Produção / Production Direction Armazém 22:  Maria Miguel Coelho
Direção de Comunicação / Communication Direction: Joana de Belém
Design Gráfico / Graphic Design: José Pereira
Direção Técnica / Technical Direction Armazém 22: Joaquim Madaíl
Técnico de Palco / Stage Management Armazém 22: Domingos Sousa
Frente de Casa / Front Office: Cassilda Rodrigues, João Henriques

Projeto apoiado pela Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura Portugal / Project supported by the Directorate General for the Arts /Portuguese Ministry of Culture

Apoios / Support:
Município de Gaia
Ginasiano Escola de Dança
Antena 2